SES realiza oficina de Pactuação Interfederativa de indicadores dos municípios

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Centro de Informações e Decisões Estratégicas em Saúde (DIPLAN/CIDES), dá prosseguimento às oficinas de Pactuação Interfederativa 2020 com os municípios por região, nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5. As atividades serão retomadas na próxima terça, quarta e quinta-feira, 10, 11 e 12. A iniciativa tem como propósito promover um diálogo entre as áreas técnicas da SES e os técnicos dos municípios sobre os indicadores da Pactuação Interfederativa 2020, para  alcançar as metas de saúde em cada região.

Os representantes dos municípios das regiões de Estância, Nossa Senhora do Socorro, Itabaiana, Propriá, Aracaju e Lagarto, são o público-alvo. A oportunidade promove o encontro para discussão dos indicadores definidos na resolução nº 8, de 24 de novembro de 2016.

De acordo com Referência Técnica da Pactuação Interfederativa 2020, Josiême Silveira de Moura, a oficina é uma oferta do Estado para promover o alinhamento sobre os dados.

“Hoje temos 21 indicadores de saúde, cada indicador  desse é de uma área específica, então temos indicadores de saúde da mulher, saúde da criança cobertura da atenção básica, da saúde bucal, indicadores de vigilância epidemiológica. Essas informações são além de dados. Quem conhece a realidade de seu território, é quem está nele, ou seja, os municípios. Para que o  Estado alcance as metas, os municípios precisam trabalhar o que foi pactuado. O que procuramos é pactuar para melhorar os indicadores e, consequentemente, melhorar a saúde da população”, destaca.

A coordenadora da Atenção Básica do município  de Feira Nova, Maricleide Feitosa, relata que durante a oficina é apresentado o panorama da situação de cada localidade.  “A oficina é muito importante, através dos indicadores de cada município, é possível constatar o que se atingiu, com objetivo sempre de melhorar”, disse.

Conforme a coordenadora da Atenção Básica de Itabi, Karyne Farias, a pactuação além do apoio, faz um levantamento geral em que considera as especificidades de cada município. “Cada local tem uma realidade diferente, tanto no  tamanho como populacional , mesmo assim é importante fazer a comparação para saber se as regionais estão no mesmo nível. O objetivo é trazer resultados positivos à população”, conclui.