Farmacêuticos da MNSL falam da sua importância no ambiente hospitalar

postado em: Destaque 2, Notícias | 3

 A farmácia hospitalar é uma unidade clínica, administrativa e econômica, dirigida por farmacêutico, ligada hierarquicamente à direção do hospital e integrada funcionalmente com as demais unidades administrativas e de assistência ao paciente (SBRAFH, 1997), segundo definição da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar. Nela se processam atividades relacionadas à Assistência Farmacêutica, ao armazenamento, ao controle, à dispensação, à distribuição de medicamentos e correlatos, tendo como seu principal objetivo garantir o abastecimento, a dispensação, o acesso, controle, rastreabilidade e uso racional de medicamentos.

A farmacêutica da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), Renata Barbosa, explica que a Assistência Farmacêutica é o conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde de um indivíduo, tendo o medicamento como insumo essencial, com o uso racional do produto. Compreende também a seleção de medicamentos, programação, aquisição, armazenamento adequado e dispensação com garantia de acompanhamento da utilização e provimento de informação e orientação a pacientes e equipe de saúde.

Na instituição, os farmacêuticos são responsáveis por todo o ciclo do medicamento, desde sua seleção, armazenamento, até a dispensação, e uso pelo paciente, “O farmacêutico, na unidade hospitalar, é diretamente responsável por todo o fluxo do medicamento e tem o dever de prover as equipes de saúde, informações sobre estabilidade, armazenamento, visando, assim, cooperar na eficácia do tratamento e na redução de custos para o hospital”, disse Renata.

LOGÍSTICA

A gerente de Logística da MNSL, farmacêutica Marcela Chaves Andrade, explica que o farmacêutico é essencial nas atividades logísticas do hospital, que esse profissional é responsável por todo o planejamento de seleção e aquisição de medicamentos e material médico-hospitalar. Ressalta também que é de competência do farmacêutico garantir o uso racional e seguro dos medicamentos, bem como alertar quanto a erros de medicação e orientar sobre como preveni-los.