Secretaria de Estado da Saúde informatiza Sistema de Atendimento do CASE

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Com o objetivo de facilitar e agilizar o processo de atendimento, documentação e  controle de estoque das órteses e próteses destinadas aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) através da informatização, o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), da Secretaria de Estado da Saúde (SES) desenvolveu, para o Centro de Atenção à Saúde de Sergipe (Case), um novo sistema de gerenciamento, o OPM Case (a sigla OPM refere-se a Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção).

“Primeiro fizemos o cadastramento de todos os materiais, o tagueamento, esse cadastramento identifica os materiais. Em seguida, conforme as solicitações, nós linkamos o material existente no estoque ao paciente, o que facilita o acesso. Quando não há disponibilidade do material no estoque, o paciente automaticamente é colocado numa lista de espera, o que ajuda no controle. Esse processo todo que antes era feito em papel, vai colaborar, principalmente, para que nenhum dos materiais se perca”, disse o engenheiro de produção e analista de processos do NTI, Geraldo Fabiano Gomes dos Santos.

 De acordo com Geraldo Fabiano toda a equipe do Case foi treinada e está operando o sistema com a supervisão da equipe de Tecnologia da Informação (TI) da SES. A previsão é de que em um mês já estejam aptos a usar o sistema sem acompanhamento.

 Para a gerente de OPM do Case, Diana Assis de Carvalho Guerra, o novo sistema vai facilitar muito o trabalho. “Com a digitalização dos procedimentos vamos poder ter um melhor controle em relação aos dados dos usuários, como, por exemplo, há quanto tempo eles vêm buscando e utilizando os nossos serviços. Com esse sistema haverá melhorias tanto no atendimento aos usuários, quanto maior agilidade para os nossos servidores. Vamos lidar com menos papel, também, o que é fantástico, até mesmo para a questão ambiental, e de economia para o Estado, tudo de bom”, reforçou Diana.

 Segundo Diana, os materiais que o Case fornece aos usuários do SUS são cadeiras de rodas, como a tetraplégica, a padrão, a motorizada, órteses e próteses sob medida, meios auxiliares de locomoção, próteses mamárias, coletes para correção de deformidades na coluna, coletes posturais. “Estou bem animada e otimista com esse novo sistema. É uma vitória muito grande. Já tem bastante tempo que estamos precisando dessa digitalização, dessa modernização no nosso atendimento”, concluiu.

 Fotos: Flávia Pacheco ASCOM SES

 

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