Funesa realiza curso de Primeiros Socorros para motoristas de UBV

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A partir da necessidade de habilitar trabalhadores da saúde em caso de situações que necessitem atendimento emergencial, a Fundação Estadual de Saúde (Funesa), através da Coordenação de Promoção e Prevenção à Saúde (Copps), realizou, nesta quinta-feira, 29, um curso de Primeiros Socorros para os motoristas de UBV (Ultra Baixo Volume) – carros fumacê. A capacitação abordou e simulou casos em que os motoristas podem ajudar pessoas que estejam precisando de assistência, por meio de processos como massagens cardíacas, tratar queimaduras, desengasgar crianças, fraturas, estancar sangramentos, entre outros.

Para o motorista de UBV, Fabiano Alves, o curso foi de fundamental importância porque o aprendizado em relação aos primeiros socorros é um conteúdo que não se usa apenas no ambiente de trabalho, mas em casa ou qualquer outro lugar. “Podemos estar em algum lugar e utilizar esse aprendizado para salvar uma vida. Por isso é importante que os órgãos da saúde e outras empresas qualifiquem seus funcionários para ampliar o leque de informações e práticas”, ressaltou.

Ministrante do curso, a referência técnica de Enfermagem da Escola Técnica do SUS em Sergipe (ETSUS/SE), Patrícia Lima, explicou que o curso de noções básicas de Primeiros Socorros são condutas que os funcionários orientam como eles devem proceder sem muitos recursos. “Como são trabalhadores da saúde, precisam ter um conhecimento razoável em caso de se depararem com situações de acidente e outros riscos. Dominando essas noções, eles podem contribuir para evitar possíveis agravos à vítima e ter condições de prestar esses cuidados básicos. Os motoristas interagiram bastante no curso, onde simularam práticas de forma eficiente”.

De acordo com a coordenadora de Promoção e Prevenção à Saúde da Funesa, Sandra Ribeiro, como as atividades dos motoristas acontece em campo, tais conhecimentos são essenciais. “Além do conteúdo teórico os trabalhadores tiveram a oportunidade de praticar através de exercícios e simulações. Mais que receber essa capacitação, é um momento de vivenciar a educação em saúde. A equipe gostou da experiência e pediu mais oportunidades como essa”, pontuou.

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