SES participa de reunião sobre o Programa Criança Feliz em Brasília nesta quinta, 6

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A Diretoria de Atenção à Saúde (Dais), através da coordenação das Redes de Atenção e Rede Materno Infantil da Secretaria de Estado da Saúde (SES) participará, no próximo dia 6 de dezembro, da reunião de fechamento do Programa Criança Feliz que acontecerá em Brasília. A finalidade do encontro é fazer uma interlocução nacional de tudo o que os estados e municípios realizaram ou que ainda estão produzindo, como também receber a programação para 2019.

O Programa Criança Feliz, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) foi criado em 2016 pelo Governo Federal para a promoção do desenvolvimento infantil cujo objetivo é o fortalecimento das políticas públicas para a primeira infância. Tanto o estado de Sergipe quanto os municípios aderiram ao programa que prioriza gestantes e crianças até os 3 anos de idade período decisivo para o desenvolvimento e que interfere diretamente no futuro do ser humano. São beneficiadas 100 crianças por município.

“A participação da SES nesse comitê é de apoiar e trazer o que há de melhor de expertise na saúde para fazer o encontro com a educação, com a assistência, com a justiça. Esse comitê se reúne a cada dois meses e a gente faz esse diálogo. No final da gestão acontece esse fechamento, oportunidade em que podemos conversar sobre o que fizemos enquanto comitê” comenta a referência técnica de Gestão da Rede Materno Infantil, Helga Müller Mengel.

O Criança Feliz integra ações coordenadas em várias áreas, como saúde, assistência social, educação, justiça e cultura. Visitas domiciliares semanais são realizadas com o objetivo de oferecer às famílias mais informação e interação com suas crianças, identificando as oportunidades e os riscos para o desenvolvimento infantil. O programa pede que cada estado tenha um Comitê Gestor para estruturar, elaborar e implementar as estratégias para a promoção do desenvolvimento infantil integrado das crianças na primeira infância, com ações descentralizadas e integradas. “Era prerrogativa que os estados montassem um comitê gestor com diversos atores das demais políticas e nós, enquanto gestores, apoiamos o programa nos municípios” conclui Helga.

Foto: Flávia Pacheco